Polaroides - Maria José Palla. Companhia das Ilhas (2020)
Quando me fotografo, torno-me um objecto duplo, uma imagem do que é e do que já foi. Assim, quando me vejo, estou reduzida à categoria de natureza morta O modo recorrente destes auto-retratos é uma forma de assinatura, uma sombra projetada, que se une ao corpo, uma espécie de negativo. E um trabalho solitário. Tem de ser algo que sai inteiramente de mim.”
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